sexta-feira, 4 de junho de 2010

O amor na forma de dança!




O amor é uma doce tortura na qual os amantes se veêm diante de sentimentos antitéticos de felicidade e dor, certeza e medo… O medo de uma desilusão afasta esses amantes do amor como cão e gato se afastam. Nessa briga eles não são mais que animais que em harmonia, sincronizados em todos os movimentos, com o coração batendo com um único som, já um eles se tornaram. Se afastam e se proximam porque na ausência do outro um vazio é formado levando a uma dor maior que o medo. Então surge a certeza passada através de olhares e toques alimentada pelo hedonismo de seus corpos e almas que só se completam com o outro. Essa tortura entre o medo e o amor só torna mais certo o coração dos que o medo venceram e morreram de amor. Eles que viveram esse sentimento que faz a vida valer. E com um beijo selam esse compromisso com um ao outro, que perdurará enquanto o amor durar.

PS: Essa coreografia foi a ppersonificação do amor. Muito bem executada, musica perfeita…simp;lismente linda.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Venceu e Convenceu!

Estava em cabo frio curtindo uma praia enquanto nossos guerreiros ralavam nos treinos para o campeonato Carioca. Ainda lá, na terra do sol, não pude deixar de confirmar minhas conclusões sobre o final do ano de 2009. Com muitas pessoas pelas ruas com a camisa tricolor, bandeiras penduradas em sacadas e na praia as tatuagens no corpo a mostra corroborei que mais do que nunca as pessoas se sentiram orgulhosas de ser tricolores cariocas. Desde a arrancada de 2009 no Brasileirão pude notar um maior orgulho ao escutar as pessoas falando que são torcedoras do fluminense e isso me deixa muito feliz. Além dos jogadores terem mostrado garra, mostraram que querem honrar a camisa que vestem e isso enche de orgulhos nossos corações que batem com as tres cores: o verde, o branco e o grená.

Dia 17 de janeiro de 2010

Ainda na minha casa de praia sentei com minha família, toda tricolor, para ver o jogo de estreia do time de guerreiros. A tv era uma pequenininha e todos nos esprememos no sofá para conseguir uma visão melhor do jogo.

A partida começa e no começo vejo um time um pouco perdido, ainda sem entrosamento, mas isso não durou muito tempo. Logo pudemos ver o ídolo tricolor Dario Conca entortando os jogadores do Americano e dando passes quase mágicos para seus companheiros. Esse baixinho vem sendo o orgulho tricolor e um exemplo para toda a equipe. Com sua raça, habilidade e modestia Conca conquistou a torcida.

Não foi apenas Conca que prendeu meus olhos no jogo, mas a equipe em geral. Tabelinhas pelas laterais com Mariano, jogador que sempre vi futuro e agora mostra sua grande importancia para o time, e Julio Cesar, do lado esquerdo, ainda novato no time, mas já demonstrou vontade e habilidade, deixando sua marca na partida com um lindo chute cruzado.

Também tivemos tabelinhas pelo meio com o novato Everton, que deixou o seu gol com muita categoria ao receber passe do maestroConca ajeitando no peito e encobrindo o goleiro, iniciando os gols do tricolor. Everton, Conca e diguinho tocavam a bola no meio, deixando perdidos os jogadores do Americano e dando um gostinho ainda maior para os fans de futebol que assistiam a essa linda performance. Diguinho, guerreiro do time de 2009 mais uma vez se destacou, desarmando os advrsários, driblando e trocando passes, um que levou a gol.

Nosso ataque munido do artilheiro do ano passado Fred e de Bolt, Maicon, fizeram uma bela combinação. Fred muito experiente carregava a marcação consigo deixando Maicon mais livre, alem de dar belos passes. Maicon mais solto pode mostrar aos marcadoes Americanos sua grande velocidade, tendo que ser derrubado para ser parado, o que levou a expulsão de Paulo Henrique. Alem de rápido, Bolt se mostrou oprotunista e maduro ao pegar bola depois de dominio de Fred e tirar do Goleiro Xará, tambémFred, e botar no fundo da rede. Não posso deixar de citar também Alan, que entrou no segundo tempo e quase marcou um golaço ao receber passe e cutar de primeira sem deixar a bola quicar.

Não posso esquecer de falar da nossa muralha. O esquema de 3 zagueiros mais uma vez funcionou. Agora mais maduros Dalton e Gum tiravam as bolas com calma da zaga e saindo bem a bola para começar o ataque. Gum além de participar da muralha também apareceu bastante no ataque, quase marcando o seu e dando o cruzamento que levou ao gol de Maicon. Leandro Euzébio, mais um novato, também fez parte da Zaga tricolor. Se postrou bem em campo ajudando nas roubadas de bola e reposição. Quase deixou o seu no segundo tempo.

No gol Rafael, não muito exigido, mostrou tranquilidade nas saídas e fez boas reposições de bola.


O time mostrou o que é uma partida de futebol e encheu os nossos corações de esperanças. Tenho certeza que esse novo grupo de guerreiros vai brigar por titulos esse ano e, podem ter certeza, que nós torcedores estaremos de seu lado, lotando o estadio e fazendo uma grande festa. Vencemos a primeiras da muitas batalhas desse ano, que venha a próxima. Boa sorte equipe tricolor!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010




E lá estava ele sentado naquele mesmo banco de tantos anos atrás. Involuntariamente passo minhas mãos sobre os meus lábios, como se relembrando daquele beijo. A maciez de seus lábios sobre os meus tão vívida que eu podia senti-la naquele instante. Todos os sentimentos daquela noite vinham á tona me deixando entorpecida pelo amor. O sentimento de esperança que aquele beijo transmitia me conquistou naquela pequena fração de segundos que nossos lábios estiveram em encontro e, até hoje, era aquele sentimento que me prendia a esse mundo tão severo para aqueles que amam.
Como se flutuando fui em sua direção. Aqueles segundos para lhe alcançar pareciam horas e cada passo eu podia sentir meu coração batendo mais rápido e mais rápido.
Um beijo.
Seus olhos encontraram os meus e o amor que por eles transparecia me inundava por inteiro. Sorrio para ele e o confesso sai de minha boca instantaneamente.
‘Eu te amo. E isso é tudo que eu sou.’

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

26 NOVEMBRO

E a historia se repete…. O fantasma da Casa Blanca volta mais uma vez a assombrar o time tricolor.

13 jogos consecutivos sem uma derrota e no começo parecia que completariamos 14, quando aos 23 segundos do 1 tempo Fred chuta de fora da area e o goleiro defende, deixando a sobra para marquinho botar a bola na rede. Foram momentos de euforia e felicidade para todos os torcedores que acompanhavam o jogo. Porém a felicidade não durou muito e logo Mendez da LDU empata o jogo. Depois ele marca mais dois, seguidos dos gols de Salas e La Cruz.

É 5 a 1.

Via-se claramente o cansaço dos jogadores, não só pelo ar rarefeito(Quase 3000m de altitude), mas também pela sequência de partidas do time, que vem jogando toda quarta e domingo.A invencibilidade foi quebrada e o fantasma da libertadores volta a assusta tanto os jogadores quanto os torcedores.

“Ooo Oooooo Vice de novo” Nas ruas flamenguistas e vascínos começam a cantar, mas a historia que estamos construindo esse ano contradiz isso. Nós superamos todos os números. 99% de chances de descer e nós nos agarramos a esse 1% . Essa fé nos jogadores, no time nos levou até onde nós estamos agora: Final da sulamericanas e a uma vitoria de sair da temida zona do rebaixamento.

Nós perdemos um round, mas a luta ainda não acabou. Quarta-feira nós mostraremos nosso poder de superação e marcaremos 10 gols se for preciso. E esse time, que já é campeão ao meu ver, por demonstrar uma vontade fora do normal e um poder de superação de deixar nós orgulhosos, vai ter nessa quarta o meu apoio no marcanã e o de todos os verdadeiros torcedores tricolores. Porque ser tricolor é acreditar no impossível; demonstrar seu amor e suporte até nas piores situaçoes.

Citando Nelson Rodrigues, “nossas vitorias são cardíacas” “vão da extrema falta de perspectiva, do máximo sofrimento, da crueldade, ao êxtase, ao épico, ao apoteótico.” e será assim que será na próxima quarta feira, quando com o maracanã lotado vamos mostrar aos equatorianos e o resto do mundo o que é o fluminense football club.

“Uma torcida não vale a pena pela sua expressão numérica. Ela vive e influi no destino das batalhas pela força do sentimento. E a torcida tricolor leva um imperecível estandarte de paixão.” Faremos bonito em campo e nas arquibancadas. Porque, afinal de contas, somos tricolores!

COLUNA DO TRICOLOR

Atualizada em 04/12/2009 - 12h2
Nunca vi torcida igual ou parecida Por Fred

Me emocionei muito com a recepção dos tricolores no dia da minha apresentação, desde o momento em que cheguei ao clube, com aquela bela festa no Salão Nobre das Laranjeiras e, em seguida, no gramado. A estréia não poderia ter sido melhor, com dois gols e uma música toda especial, que motivava ainda mais a balançar a rede.

Como em toda relação, vivemos um momento difícil, depois que voltei da lesão. Os torcedores ainda não me conheciam tão bem e acabaram influenciados por notícias equivocadas veiculadas na mídia. Mas, logo depois, acompanharam meu empenho e o carinho voltou de imediato. E não foi apenas comigo, o mesmo aconteceu com todo o time. A torcida tricolor motivou a equipe, nos levou nas costas, abraçando a causa e sendo fundamental para nossa recuperação no Campeonato Brasileiro.

Dois momentos, em especial, são prova dessa relação de carinho e parceria time-torcida e ficarão para sempre marcados na minha memória. Contra o Atlético Mineiro, no segundo turno do Brasileiro, estávamos em situação muito complicada na tabela, encontrávamos enorme dificuldade para vencer e encarávamos o, então, líder do campeonato. Mesmo assim, os tricolores compareceram ao estádio, numa quinta-feira, tarde da noite, e nos apoiaram, do início ao fim. Lembro que olhava para eles gritando na arquibancada e pensava que precisava retribuir o apoio irrestrito. E foi assim que conquistamos a importante vitória, a primeira da
nossa arrancada.

Outro momento que guardarei para sempre na lembrança foi o do desembarque na volta de Quito. Estávamos muito para baixo, tristes com aquela derrota para a LDU. Fiquei preocupado com o abatimento do grupo, conversei com todos os jogadores e também com o Cuca. Eis que chegamos ao aeroporto e encontramos quase 500 torcedores apaixonados, cantando, nos abraçando e, principalmente, nos incentivando incondicionalmente.

Nunca tinha visto na minha vida uma demonstração tão grande de carinho após uma derrota. Nem no Brasil nem em qualquer outro lugar do mundo!

Graças a esse movimento dos nossos torcedores ganhamos força para continuar a lutar e conquistamos o importante triunfo sobre o Vitória. Depois disso, temos a obrigação prazerosa de lutar sempre pelo melhor, suar a camisa mesmo e buscar o gol a qualquer custo para alegrar a todos que estiveram ao nosso lado nos momentos mais difíceis.

Me sinto muito feliz e orgulhoso de representar o Fluminense e uma torcida que nunca vi igual. É sempre gratificante entrar em campo, olhar para cima e ver o Maracanã todo pintado de verde, branco e grená, com os nossos guerreiros jogando junto conosco e sendo o fator principal das nossas vitórias. Todos perguntam qual foi o motivo para a nossa incrível reação, chegando à final da Sul-Americana e deixando a zona de rebaixamento na penúltima rodada do Brasileiro.

Com certeza eu respondo: a torcida tricolor.


http://www.fluminense.com.br/materia_interna.asp?idn=9240